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Flexibilidade e Alinhamento Estratégico no Grupo de Gestão Empresarial de novembro

10/11/2017

Flexibilidade e Alinhamento Estratégico no Grupo de Gestão Empresarial de novembro



O Grupo de Gestão Empresarial do SEPRORGS, iniciativa realizada pela nossa diretoria de TI, comandada pelo diretor Marcus Sperb, terá seu novo encontro no dia 30/11, das 12h às 14h, no nosso Salão de Eventos (R. Felipe Camarão, 690/404 – Bom Fim – Porto Alegre/RS).

 

 

A palestra desta edição será com Jerônimo Lima, consultor de Qualidade do SEPRORGS, que falará sobre Flexibilidade e Alinhamento Estratégico.

 

 

“Flexibilidade estratégica diz respeito à adaptabilidade da empresa e sua capacidade de mudança em tempo hábil frente a novas demandas das partes interessadas e alterações no contexto do setor de atuação. Já o alinhamento trata da compreensão e tratamento das relações de interdependência e seus efeitos entre os diversos componentes que formam a empresa, bem como entre esses e o ambiente com o qual interagem”, explica Lima, que é CEO da Mettodo - Reflexão Estratégica.

 

 

Segundo ele, a flexbilidade e o alinhamento são indispensáveis à geração de valor para uma empresa, ou seja: ao alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais, bem como dos processos que os potencializam, em níveis que atendam às necessidades e expectativas das partes interessadas.

 

 

Bacharel em Engenharia Mecânica, Física e Ciência da Computação; Mestre e Doutor em Administração de Empresas, Lima atua como conselheiro, consultor, instrutor e palestrante em organizações de classe mundial. É escritor, ensaísta e pesquisador acadêmico nas áreas de Administração, Tecnologia da Informação e Gestão do Conhecimento.

 

 

O palestrante, que dedica sua carreira profissional à pesquisa sobre como simplificar o entendimento dos conceitos de administração e sua aplicação em ambientes complexos, trará toda esta experiência para o público do Grupo de Gestão Empresarial, inclusive, destacando os erros e acertos que mais costuma acompanhar em seu trabalho junto a corporações diversas.

 

 

“Os principais erros dizem respeito ao fato de que poucas pessoas nas empresas de fato conhecem e compreendem as estratégias. Os gestores gastam muito pouco tempo avaliando a estratégia e não possuem mecanismos adequados para seu monitoramento, as empresas não vinculam o orçamento à estratégia, alocando seus recursos de modo pulverizado em iniciativas de pouco impacto, e os gestores não têm sua remuneração vinculada à consecução das estratégias, o que os leva a terem um foco diferente do proposto pela visão da empresa”, destaca Lima.

 

 

Para evitar tais cenários, o consultor ressalta que o Estado Arte nestes assuntos orienta que, para se ter sucesso em gestão estratégica, é preciso envolver pessoalmente os gestores na sua formulação, desdobramento, comunicação e operacionalização.

 

 

“Para isso, é preciso institucionalizar um modelo sistemático e permanente de gestão estratégica, em vez de um simples evento de  planejamento estratégico para gerar um orçamento. As estratégias devem ser estabelecidas a partir da análise das forças impulsionadoras e restritivas do seu ambiente externo, dos ativos intangíveis mais importantes para a organização e das forças impulsionadoras e restritivas do seu ambiente interno”, detalha o palestrante. “Para cada estratégia, é preciso definir metas de curto e longo prazo, bem como o os respectivos planos de ação para atingi-las”, acrescenta.

 

 

O especialista finaliza afirmando que também é necessário desdobrar as metas e planos de ação nas áreas responsáveis pelos processos da cadeia de valor, alinhar a empresa à estratégia por meio do orçamento, alocando os recursos para a implementação dos planos de ação e, finalmente, monitorar a execução das estratégias com indicadores de desempenho correlacionados que sejam analisados periodicamente, gerando planos de ação preventiva e corretiva, quando necessário.

 

 

E deixa um conselho: “que todas essas ações sejam fruto de uma reflexão em relação ao o que a empresa faz (os resultados esperados para as partes interessadas, em especial para os clientes), para quem faz (quais são seus públicos-alvo rentáveis), o que querem (as necessidades e expectativas desses públicos-alvo), como a empresa atua (suas linhas de atuação e focos estratégicos). A partir dessa reflexões, então, se deve definir seu propósito, isto é: a construção de sentido, engajamento, motivação, produtividade e cooperação para a competitividade”, conclui.

 

 

Uma verdadeira aula de gestão competitiva que não pode ser perdida. Agende-se e participe! O evento é gratuito para associados ao SEPRORGS. Para não associados, o investimento é de R$ 50.

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